Percebi que, para não ir contra meus princípios céticos deveria continuar acreditando na desirmanação entre Apolo e Hermes.
A beleza sempre está ligado ao mistério, ao desconhecido.É como dizia nosso velho Shakespeare "Ó beleza! Onde está tua verdade?"
De outro lado,a inteligência sob o ponto de vista evolucionista sempre foi dispensável nas mulheres, o que poderia se imaginar que a inteligência faz delas artificiais. Porém, atualmente, as prioridades transmutaram. Contudo por questões céticas, ainda continuo adepto de Verríssimo:
"Escrevi uma vez que era um cético que só acreditava no que pudesse tocar: não acreditava na Luiza Brunet, por exemplo. Cruzei com a Luiza Brunet num dos camarotes deste carnaval. Ela me cobrou a frase, e disse que eu podia tocá-la para me convencer da sua existência. Toquei-a. Não me convenci. Não pode existir mulher tão bonita e tão simpática ao mesmo tempo. Vou precisar de mais provas."
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