sexta-feira, 6 de abril de 2012

Fazer o que se acredita.

Fazer o que se acredita.

Basta fazer,

é como sorrir ou chorar,

ajoelhar-se ou manter-se de pé,

é o que for mais fácil para o coração.

E o mais fácil para o coração não suporta aperto,

não traz consigo nó na garganta,

nem pede aprovação.

Aliás,

é o que liberta,

e a liberdade é a verdade,

e a verdade é o que você nasceu para ser.

Não a verdade do mundo,

ou a verdade dos outros,

nem tão pouco a verdade escrita nas estrelas,

mas a sua verdade.

E a sua verdade,

essa que você traz dentro de sí

e que não tem coragem de mostrar à ninguém,

essa verdade precisa de cuidados.

Cuidados especiais

porque ela vai amadurecer.

Pois não basta plantar a semente,

cuidar da árvore

e no final não comer do fruto.

Porque a verdade para ser verdade

tem de ser vista,

apontada,

tem de ser plantada e cuidada

para então servir de alimento,

ser digerida.

Pois só assim

você se transformará na semente daquilo que acredita.

Lúcio Flávio Fonseca

06/04/2012.

Nenhum comentário:

Postar um comentário